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Salamanca

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Igrejas e Conventos

Convento das Dueñas

Desde a sua fundação em 1419, as freiras deste convento dedicaram toda a sua vida à oração, estudo e trabalho. O belíssimo claustro que alberga, além de ser de uma enorme beleza estética, evidencia esta vida de retiro e de paz interior.

Localização: Praça del Concilio de Trento s/n

Telefone: (+34) 923 21 54 42

Horário: Inverno: Segunda a Sábado: 10.30 às 12.45 / 16.30 às 19.30 h

Verão: Segunda a Sábado: 10.30 às 12.45 / 16.30 às 18.45 h

Domingos e feriados fechado.

Preço: Entrada: 2 euros/ 1 euros grupos (+ 20 pax)

 

Casa de Santa Teresa

Santa Teresa viveu naquela que foi uma das suas fundações, durante quatro anos. Ali encarou os seus medos e na escada, na sua capela, cela, pobreza e pátio, inspirou-se para escrever o “vivo sem viver em mim”.

Localização: Praça de Santa Teresa

Telefone: (+34) 923 21 70 23

Horário: Inverno: Terça a Sábado: 11:00 às 12:30 / 16:30 às 18:00 h

Domingo: 11:00 às 12:30 h

Verão: Terça a Sábado: 11:00 às 12:30 / 16:30 às 18:00 h

Domingo: 11:00 às 12:30 h

Preço: Entrada: a vontade de qualquer um

 

Convento das Úrsulas

Convento fundado em meados do séc. XV por Alfonso de Fonseca e Sancha Maldonado, a primeira freira deste mosteiro. Desde 1992, está habitado por irmãs de Santa Clara em regime de clausura.

Na parte do coro da igreja destaca-se o belíssimo artesoado de estilo italianizante e mudéjar e as tábuas de Juan de Borgonha (séc. XVI).

Localização: Rua Las Úrsulas 2

Telefone: (+34) 923 21 98 77

Horário: Inverno: Terça a Domingo: 11:00 às 13:00/ 16:30 às 18:00 h

Verão: Terça a Domingo: 11:00 às 13:00/ 16:30 às 18:00 h

Preço: Entrada: 2 euros. Fechado no último Domingo de cada mês.

 

Igreja de San Benito

A paróquia de San Benito estabeleceu-se em 1104 na antiga igreja românica, sob território dos repovoadores galegos. Igreja vinculada à nobreza salmantina que foi começo de um dos grupos mais importantes da cidade: os beneditinos. Nos séculos XIII e XIV a nobreza enfrentou-se em dois sectores opostos que rivalizavam pelo controlo do governo da cidade e do território que a circundava: São Benito e São Tomé. Período de crueldades e vinganças que envolveram toda a cidade e que terminou graças à mediação de São João de Sahagún, padroeiro da cidade.

A igreja foi reformada em 1506 por Maldonado y Acevedo. No seu interior encontramos o panteão principal desta família. Na fachada e nos contrafortes do exterior apresentam os escudos dos seus apelidos.

 

Igreja de San Marcos

Construída junto à muralha nova da cidade, em 1178, ao lado da Porta de Zamora, no bairro dos castelhanos. Em 1202 Afonso IX cedeu esta igreja juntamente com o Corral de San Marcos, terras, vinhais, casas e corrais ao redor do círculo municipal, com a obrigação de rezar pelas almas dos reis de Leão falecidos. Se a sua imagem exterior não é deveras comum ao ser circular, mais surpreendente é o interior do templo, com três absides e três naves como se fosse uma edificação basilical. Em 1968 durante a restauração da igreja descobriram-se pinturas murais do século XIV, una mesa de altar românica oculta atrás de um retábulo e o Cristo gótico que preside o altar maior.

 

Igreja de San Martín

Atribui-se à fundação desta igreja, em 1103 ao maioral dos repovoadores toresanos Martín de Fernández. Desde a Idade Média que se vinculou à zona comercial e mercantil da cidade. Antes da construção da Plaza Mayor, as lojas e mercados situavam-se à volta da igreja. A sua arcada, durante a alta idade média, teve uma função de carácter político, era aí onde se realizavam as reuniões do Conselho e o seu sino convocava e regulava os principais acontecimentos urbanos: o Conselho, os postos dos mercadores, a celebração das festas e as corridas de touros.

Na fachada meridional, a mais decorativa, que apenas pode ser contemplada a partir do interior - dado que a igreja sofreu muitas transformações – chama a atenção um calendário dos trabalhos e dos meses, único em Salamanca.

 

Igreja de Santiago

A sua restauração em 1957 tornou-a numa “recreação ideal” da arquitectura religiosa mudéjar que lembra a Moraña, mas longe da original. Foi paróquia do bairro moçárabe até que as constantes cheias do rio Tormes dispersaram esta comunidade por diferentes zonas da cidade e os antigos ritos cristãos foram abandonados. Tornou-se então, na igreja de moleiros, curtidores, pescadores e outros ofícios humildes que povoavam as margens do rio.

 

Igreja Santo Tomás Cantuariense

Situada no bairro antigo dos portucalenses, o templo dedicado ao santo britânico Tomás Becket, arcebispo de Canterbury, foi fundado pelos irmãos ingleses Ricardo e Randulfo, vinculados ao estudo da Catedral.

A ideia de igreja repovoadora é expressa através de um curioso capitel do arco triunfal onde representa um confronto entre dois cavaleiros: o vencedor, um nobre cristão que sustenta um escudo normando, e o perdedor, um muçulmano de traços negróides. No exterior são deveras os elementos decorativos das janelas de tradição visigótica.

 

Igreja San Juan Bautista de Barbalos

O seu nome está relacionado com a fundação, na aldeia dos castelhanos, pelos cavaleiros da ordem de São João de Jerusalém, em 1139.

Decorativamente, destaca-se a cornija da cabeceira sustentada por cães ornamentados com rostos, cabeças de animais e uma cena musical composta por um tocador de rabeca, outro de tamboril e uma personagem que dá uma cambalhota.

Perpendicular ao templo, encontra-se a “Calle de los Perdones” (rua dos Perdões), denominada assim porque após uma predicação de São Vicente Ferrer, havia tanta gente que se queria confessar, que ocuparam a rua.

 

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